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	<title>Visão Recursos Humanos</title>
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	<description>Visão Recursos Humanos é uma empresa de recrutamento de profissionais e executivos, com atuação em todo território nacional e que possui uma posição de liderança de mercado no interior de São Paulo.</description>
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		<title>7 temas que podem fazer candidatos gaguejarem na entrevista</title>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 20:44:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Confira quais são as perguntas mais espinhosas nas entrevistas de emprego e que podem fazer profissionais perderem a fala, segundo duas especialistas As palavras faltam, as mãos ficam geladas e algumas gotas suor dão o ar da graça. Algumas perguntas de entrevista de emprego exercem este poder sobre alguns candidatos. “Geralmente são perguntas que englobam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://visaorh.com.br/wp-content/uploads/2013/05/size_590_entrevista_de_emprego_3.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1306" title="size_590_entrevista_de_emprego_3" src="http://visaorh.com.br/wp-content/uploads/2013/05/size_590_entrevista_de_emprego_3.jpg" alt="" width="283" height="213" /></a><em>Confira quais são as perguntas mais espinhosas nas entrevistas de emprego e que podem fazer profissionais perderem a fala, segundo duas especialistas<br />
</em><br />
As palavras faltam, as mãos ficam geladas e algumas gotas suor dão o ar da graça. Algumas perguntas de entrevista de emprego exercem este poder sobre alguns candidatos.</p>
<p>“Geralmente são perguntas que englobam pontos fracos ou em desenvolvimento”, diz Elvira Berni, diretora da People on Time. Para Emmanuele Mourão, headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, o nervosismo fica evidente quando se trata de algo “floreado” no currículo.</p>
<p>Pensando nisso, Exame.com procurou especialistas em recrutamento para tentar descobrir quais são, afinal, estas perguntas que fazem os candidatos gaguejarem. Confira os temas mais espinhosos que, invariavelmente, pintam durante a entrevista de emprego:</p>
<p><strong>1 Movimentação intensa de cargo</strong></p>
<p>“Na hora justificar a instabilidade &#8211; quando ela existe &#8211; eles gaguejam”, diz Emmanuele. Na opinião dela, os candidatos ficam nervosos na hora de explicar por que mudaram tanto de emprego.</p>
<p>“Na hora de falar sobre o que vem pela frente eles ficam mais confortáveis, mas na hora de explicar o que já existiu na carreira eles tremem, ficam constrangidos em falar que falharam na escolha da movimentação”, diz.</p>
<p>No entanto, ela faz uma ressalva. “Isso acontece quando as escolhas foram feitas apenas por aspiração financeira ou imaturidade”, explica.</p>
<p>Dica: Procure mostrar sempre que o que aprendeu a partir da movimentação de carreira. Deixar claro o aprendizado obtido conta pontos a favor do candidato.</p>
<p>Leia mais <a href="http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/7-temas-que-podem-fazer-candidatos-gaguejarem-na-entrevista">aqui</a>.</p>
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		<title>Como mudar de carreira mesmo que você considere tarde demais</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 20:45:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você tem receio de mudar de área profissional? Veja 6 dicas de como mudar de carreira mesmo que você considere tarde demais Existem muitas pessoas que trabalham em áreas que não gostam. A maioria delas tem medo de sair de seu emprego atual por acharem que é tarde demais para iniciar uma nova carreira. Veja [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://visaorh.com.br/wp-content/uploads/2013/04/como-mudar-de-carreira-noticias1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1299" title="como-mudar-de-carreira-noticias" src="http://visaorh.com.br/wp-content/uploads/2013/04/como-mudar-de-carreira-noticias1.jpg" alt="" width="340" height="195" /></a>Você tem receio de mudar de área profissional? Veja 6 dicas de como mudar de carreira mesmo que você considere tarde demais</p>
<p>Existem muitas pessoas que trabalham em áreas que não gostam. A maioria delas tem medo de sair de seu emprego atual por acharem que é tarde demais para iniciar uma nova carreira. Veja abaixo 6 dicas de como mudar de carreira mesmo que você considere tarde demais:</p>
<p>1. Procure felicidade<br />
A primeira coisa que você deve descobrir é o que deseja fazer para ter um emprego que deixe você mais feliz. Se souber, você estará pronto para começar a sua nova carreira. Caso não saiba, reflita muito sobre qual atividade poderia fazer com mais satisfação.</p>
<p>2. Pense se você combina com a área<br />
Depois de encontrar algumas carreiras de interesse, veja se você está qualificado para exercê-la. Veja se alguma delas é uma boa oportunidade para você conseguir o sucesso porque, caso contrário, você pode estar perdendo tempo.</p>
<p>3. Aprenda antes de mudar<br />
Para mudar a sua área profissional, a idade importa muito menos do que o seu conhecimento profissional. Por isso, busque a qualificação profissional que você precisa antes de mudar de área.</p>
<p>4. Tenha certeza do que quer<br />
Fazer algo completamente diferente do que a sua carreira atual exige pode ser assustador. Por isso, assegure-se de que essa é a decisão certa. Às vezes você pode realizar alguns trabalhos para ter certeza antes de seguir para a sua área desejada.</p>
<p>5. Faça um planejamento financeiro<br />
É pouco provável que você irá encontrar uma estabilidade financeira logo no início de sua nova área de atuação. Isso pode ser um motivo de desânimo para a maioria das pessoas. Por isso faça um bom planejamento financeiro e seja feliz profissionalmente.</p>
<p>6. Redefina o sucesso<br />
Não se esqueça de focar no que você quer. Pense que a cada segundo que fica em um trabalho que não gosta será mais difícil tentar mudar o seu rumo profissional e procurar algum emprego que seja realmente feliz.</p>
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		<title>Trabalho voluntário ajuda na motivação profissional</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 13:25:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Como efeito da crise econômica de 2008, as empresas focaram em limitar suas perdas para conseguir sobreviver no mercado e os funcionários, em manter o emprego. Passados quase cinco anos do período mais crítico, as companhias passam a prestar atenção em outros aspectos de seus negócios e, neste sentido, o engajamento ganha uma importância maior, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://visaorh.com.br/wp-content/uploads/2013/04/14ydduc27iuofuwwjc1ce4wp0.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1293" title="14ydduc27iuofuwwjc1ce4wp0" src="http://visaorh.com.br/wp-content/uploads/2013/04/14ydduc27iuofuwwjc1ce4wp0-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Como efeito da crise econômica de 2008, as empresas focaram em limitar suas perdas para conseguir sobreviver no mercado e os funcionários, em manter o emprego. Passados quase cinco anos do período mais crítico, as companhias passam a prestar atenção em outros aspectos de seus negócios e, neste sentido, o engajamento ganha uma importância maior, se promovido com criatividade.</p>
<p>Na unidade brasileira da Schneider Eletric, empresa francesa que atua na gestão de energia, o trabalho voluntário acaba sendo uma forma de motivar os colaboradores. A companhia lançou um programa que prevê o acúmulo de pontos, medidos em quilometragem e com resgate trimestral, para quem fizer trabalho voluntário. Assim, é possível participar de projetos em outros 40 países em que a empresa atua com o voluntariado, além de ter desconto em horas de trabalho remuneradas.</p>
<p>“Temos projetos de pessoas e de inovação e estamos tentando envolver os funcionários neles, o que estimula o desenvolvimento do profissional”, afirma Denise Lana, gerente de sustentabilidade da Schneider Electric. A subsidiária brasileira conta com 393 voluntários ativos e, com a iniciativa, pretende elevar o número de horas dedicadas ao voluntariado em toda a empresa em 20%.</p>
<p>“Qualquer talento é muito bem-vindo”, destaca Denise, que conta o caso de um trainee que no ambiente de trabalho é tímido, mas que é gerente de um projeto do qual participam seus diretores, os quais passaram a ter outra visão do profissional ao vê-lo atuar como palhaço no voluntariado.</p>
<p>Leia mais <a href="http://economia.ig.com.br/carreira/2013-04-10/trabalho-voluntario-ajuda-na-motivacao-profissional.html">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pesquisa aponta os 10 profissionais mais felizes em 2013</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 20:29:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os 10 cargos da lista, pelo menos três deles podem ser ocupados por administradores Um estudo divulgado pelo site Career Bliss apontou quais as profissões que trazem mais felicidade para os profissionais. Mais de 65 mil profissionais americanos participaram e, de acordo com o ranking, aqueles que combinavam uma boa relação entre chefes e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://visaorh.com.br/wp-content/uploads/2013/04/noticia_74543.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1286" title="noticia_74543" src="http://visaorh.com.br/wp-content/uploads/2013/04/noticia_74543-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><em>Entre os 10 cargos da lista, pelo menos três deles podem ser ocupados por administradores</em></p>
<p>Um estudo divulgado pelo site Career Bliss apontou quais as profissões que trazem mais felicidade para os profissionais. Mais de 65 mil profissionais americanos participaram e, de acordo com o ranking, aqueles que combinavam uma boa relação entre chefes e colegas, um ambiente profissional agradável, salário satisfatório, oportunidades de crescimento, além das tarefas diárias e controle sobre a própria agenda, tiveram notas mais altas.</p>
<p>Entre os 10 cargos da lista, pelo menos três deles podem ser ocupados por administradores. <a href="http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/pesquisa-aponta-os-10-profissionais-mais-felizes-em-2013/74543/">Clique aqui</a> e veja quais são eles.</p>
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		<title>10 modelos de currículo para todos os gostos e perfis</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Apr 2013 08:00:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Confira uma seleção de exemplos de currículo e cartas de apresentação do Office; é só fazer o download e adaptar ao seu contexto Um currículo bem feito pode ser o passaporte para a entrevista de emprego e, quem sabe, para a nova oportunidade profissional. Quando mal elaborado, a sina pode ser oposta a este cenário. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://visaorh.com.br/wp-content/uploads/2013/03/size_590_mulher-segura-pasta-curricu.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1279" title="size_590_mulher-segura-pasta-curricu" src="http://visaorh.com.br/wp-content/uploads/2013/03/size_590_mulher-segura-pasta-curricu-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><em>Confira uma seleção de exemplos de currículo e cartas de apresentação do Office; é só fazer o download e adaptar ao seu contexto</em></p>
<p>Um currículo bem feito pode ser o passaporte para a entrevista de emprego e, quem sabe, para a nova oportunidade profissional. Quando mal elaborado, a sina pode ser oposta a este cenário.</p>
<p>Para que você não peque, pelo menos, na estrutura desta espécie de cartão de visitas seletivo, EXAME.com selecionou 10 modelos de currículo e 1 carta de apresentação oferecidos gratuitamente pelo Office.</p>
<p>Dos modelos selecionados, há formatos para todos os gostos: desde exemplos que focam nas habilidades até modelos para profissionais que seguiram carreira acadêmica. É só conferir as dicas de cada foto, baixar o modelo, adaptar ao seu contexto e completar com suas informações.<a href="http://exame.abril.com.br/carreira/guia-do-curriculo/noticias/10-modelos-de-curriculo-para-todos-os-gostos-e-perfis"> Veja mais aqui.</a></p>
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		<title>6 atitudes que matam a criatividade</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 12:18:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ficar preso à rotina, sem buscar novas referências, é o que mais aniquila o seu potencial criativo, segundo os especialistas Em um mercado em que a competitividade é palavra de ordem, a criatividade desponta como diferencial de peso para quem quer subir alguns degraus na carreira. E, se muitos mitos ainda rondam o tema é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://visaorh.com.br/wp-content/uploads/2013/03/size_590_homem-olha-lampadas-diferen.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1276" title="size_590_homem-olha-lampadas-diferen" src="http://visaorh.com.br/wp-content/uploads/2013/03/size_590_homem-olha-lampadas-diferen-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><em>Ficar preso à rotina, sem buscar novas referências, é o que mais aniquila o seu potencial criativo, segundo os especialistas</em></p>
<p>Em um mercado em que a competitividade é palavra de ordem, a criatividade desponta como diferencial de peso para quem quer subir alguns degraus na carreira.</p>
<p>E, se muitos mitos ainda rondam o tema é certo também que há atitudes que neutralizam ou até mesmo aniquilam qualquer capacidade criativa no ambiente de trabalho. Veja quais são elas, na opinião de dois especialistas consultados:</p>
<p><strong>1 Ficar preso à rotina</strong></p>
<p>“É muito difícil ter uma vida totalmente igual e gerar ideias ao mesmo tempo”, diz Conrado Schlochauer, sócio-diretor do LAB SSJ, consultoria de educação corporativa. Buscar novas referências, conhecer pessoas novas, visitar lugares diferentes estimulam a criatividade, daí o problema de ficar preso ao hábito.</p>
<p>“A rotina é importante para adquirir a excelência, um jogador de basquete precisa treinar várias vezes até aprender uma jogada, mas, se ele faz sempre os mesmos lances, vai ficar previsível”, explica Silvio Celestino, da Alliance Coaching.Uma pessoa que faz da sua rotina o seu modo de vida torna-se anacrônica, na opinião de Celestino. “É alguém que vive no passado”, diz.</p>
<p>A busca de referências é a regra de ouro para os criativos. “Falar para abrir a cabeça pode parecer clichês, mas funciona”, diz Schlochauer.</p>
<p><a href="http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/6-atitudes-que-matam-a-criatividade">Veja mais aqui.</a></p>
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		<title>20 novas profissões que despontaram nos últimos cinco anos</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 22:32:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Você já parou para pensar no quanto a sua vida mudou desde 2008? Pois praticamente para cada novo comportamento da sociedade há uma profissão relacionada. Há seis anos, a primeira geração do iPhone (e sua revolucionária tela sensível ao toque) foi apresentada ao mercado. O Facebook ainda era uma rede social hostil à cultura do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://visaorh.com.br/wp-content/uploads/2013/03/size_590_mulher-usa-binoculo-cidade.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1272" title="size_590_mulher-usa-binoculo-cidade" src="http://visaorh.com.br/wp-content/uploads/2013/03/size_590_mulher-usa-binoculo-cidade-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Você já parou para pensar no quanto a sua vida mudou desde 2008? Pois praticamente para cada novo comportamento da sociedade há uma profissão relacionada.</p>
<p>Há seis anos, a primeira geração do iPhone (e sua revolucionária tela sensível ao toque) foi apresentada ao mercado. O Facebook ainda era uma rede social hostil à cultura do brasileiro – que ainda estava vidrado nas possibilidades do &#8230; Orkut. A camada do pré-sal ainda não havia sido desbravada. O termo BRIC ainda era uma sigla remota para muita gente fora do mercado. E poucos imaginavam que, em um ano, a então maior economia do mundo viveria uma crise econômica comparável a grande recessão de 1929.</p>
<p>De lá para cá, muita coisa mudou na maneira como encaramos o mundo, nos relacionamos, compramos, vendemos, estudamos e trabalhamos. Esta nova forma de estar no mundo trouxe novas demandas para o mercado e como consequência direta: novas carreiras e oportunidades profissionais surgiram em resposta.</p>
<p>EXAME.com conversou com recrutadores dos mercados de tecnologia, direito, mercado financeiro e marketing para entender quais as profissões que surgiram (ou foram repaginadas) e se consolidaram no período.</p>
<p><a href="http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/20-novas-profissoes-que-despontaram-nos-ultimos-cinco-anos">Leia mais clicando aqui.</a></p>
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		<title>O profissional “dos sonhos” das empresas</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Mar 2013 18:07:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A partir de vasta base, a consultoria carioca Etalent extraiu o perfil médio do profissional brasileiro em quatro estágios da carreira: analista, gerente, diretor e presidente Nos últimos cinco anos, 3 milhões de profissionais registraram seus currículos no site de recrutamento Vagas.com, com sede em São Paulo. Enquanto cadastravam suas informações, cada candidato fez o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://visaorh.com.br/wp-content/uploads/2013/03/size_590_mat-capa1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1264" title="size_590_mat-capa" src="http://visaorh.com.br/wp-content/uploads/2013/03/size_590_mat-capa1-e1363370814357.jpg" alt="" width="250" height="187" /></a>A partir de vasta base, a consultoria carioca Etalent extraiu o perfil médio do profissional brasileiro em quatro estágios da carreira: analista, gerente, diretor e presidente<br />
</em><br />
Nos últimos cinco anos, 3 milhões de profissionais registraram seus currículos no site de recrutamento Vagas.com, com sede em São Paulo. Enquanto cadastravam suas informações, cada candidato fez o teste DISC, um teste de comportamento consagrado, utilizada por empresas do mundo todo para avaliar perfis psicológicos de funcionários e candidatos a um emprego.</p>
<p>A partir dessa vasta base, a consultoria carioca Etalent extraiu o perfil médio do profissional brasileiro em quatro estágios da carreira: analista, gerente, diretor e presidente. A maior surpresa revelada pelo teste é que o trabalhador nacional tem dificuldade de manter relacionamentos.</p>
<p>Os resultados também confirmam a presença de características pouco favoráveis no DNA profissional do brasileiro: desorganizado, centralizador, desconfiado e avesso a conflitos. &#8220;A maioria das pessoas é pouco produtiva e o que fazem é de baixa qualidade&#8221;, diz Jorge Matos, presidente da Etalent e responsável pelo levantamento. &#8220;Só quem trabalha bem gera bons resultados e consequentemente interessam as organizações.&#8221;</p>
<p><strong>O olhar das empresas</strong></p>
<p>Em uma segunda enquete, VOCÊ S/A perguntou a diretores de recursos humanos de 61 grandes empresas que atuam no Brasil, quais entre as características usadas no teste DISC eles mais valorizam. Os resultados mostram qual é o perfil desejado pelas organizações. O padrão de exigência, como não poderia deixar de ser, é alto. Mas esse não é o maior problema.</p>
<p>O complicado é que as empresas agem de forma contraditória, cobrando de uma mesma pessoa, por exemplo, espírito independente e ao mesmo tempo consideração para levar em conta a opinião de outras pessoas. &#8220;Isso é humanamente impossível&#8221;, diz Jorge Matos. &#8220;As empresas brasileiras precisam parar de buscar profissionais super-heróis.&#8221;</p>
<p><a href="http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/o-profissional-dos-sonhos-das-empresas">Leia mais aqui.</a></p>
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		<title>3 passos para conseguir emprego mais rápido</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Mar 2013 01:19:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[Empresas que estão anunciando oportunidades profissionais devem entrar na lista de potenciais empregadores. A ideia de que a procura por emprego é um trabalho full-time é desmistificada pelo consultor de carreira e diretor adjunto da Fuqua School of Business da Duke University, Steve Dalton, em seu livro The 2-Hour Job Search (Procura por Emprego em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://visaorh.com.br/wp-content/uploads/2013/03/size_590_mural_de_ofertas_de_emprego.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1258" title="size_590_mural_de_ofertas_de_emprego" src="http://visaorh.com.br/wp-content/uploads/2013/03/size_590_mural_de_ofertas_de_emprego-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><em>Empresas que estão anunciando oportunidades profissionais devem entrar na lista de potenciais empregadores.</em></p>
<p>A ideia de que a procura por emprego é um trabalho full-time é desmistificada pelo consultor de carreira e diretor adjunto da Fuqua School of Business da Duke University, Steve Dalton, em seu livro The 2-Hour Job Search (Procura por Emprego em 2 horas, na tradução do inglês, editora Ten Speed Press).</p>
<p>Como o próprio título já propõe, não é preciso passar 8 horas por dia navegando na rede em busca de oportunidades anunciadas por empresas para garantir uma nova posição no mercado. Pelo contrário, fazer isso é perda de tempo, diz o autor.</p>
<p>Isso acontece porque, se por um lado a tecnologia facilitou o acesso aos anúncios de oportunidades profissionais, por outro tornou o trabalho dos recrutadores mais complexo. Afinal, ao anunciar uma vaga de trabalho na internet, em instantes, milhares de currículos são recebidos.</p>
<p>O resultado é que ficou impossível ler e analisar as informações de todos os candidatos e assim, muitos recrutadores dão preferência aos profissionais indicados por pessoas que já trabalham na empresa. Por este motivo ele diz que passar horas procurando vagas e enviar currículos aleatoriamente é altamente ineficiente.</p>
<p>Tendo em vista esta premissa, o autor elaborou um roteiro com três passos que devem ser seguidos por quem quer encontrar emprego rapidamente. E, segundo ele, para concluir os dois primeiros, não é preciso mais do que duas horas de dedicação. <a href="http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/3-passos-para-conseguir-emprego-mais-rapido">Confira.</a></p>
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		<title>O que um péssimo chefe pode ensinar para a sua carreira</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Feb 2013 21:11:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[É possível extrair lições da situação negativa que é ter um chefe ruim, dizem especialistas. Saber que você consegue trabalhar com qualquer tipo de pessoa é uma delas Experiências ruins com chefes anteriores podem servir de alerta para você não replicar determinados padrões no futuro São Paulo &#8211; É difícil que algum profissional nunca tenha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://visaorh.com.br/wp-content/uploads/2013/02/pessimo-chefe.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1252" title="pessimo chefe" src="http://visaorh.com.br/wp-content/uploads/2013/02/pessimo-chefe.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a>É possível extrair lições da situação negativa que é ter um chefe ruim, dizem especialistas. Saber que você consegue trabalhar com qualquer tipo de pessoa é uma delas<br />
</em></p>
<p>Experiências ruins com chefes anteriores podem servir de alerta para você não replicar determinados padrões no futuro<br />
São Paulo &#8211; É difícil que algum profissional nunca tenha se deparado com um chefe que considerasse péssimo ao longo da carreira. Intimidador, despreparado, centralizador ao extremo, indiferente. Qualquer destes perfis pode ser uma incômoda pedra no sapato na relação de trabalho e é capaz de tirar do sério até o mais paciente dos profissionais.</p>
<p>Mas, de acordo com especialistas consultados por EXAME.com, é, sim, possível tirar lições positivas e que podem ser levadas consigo ao longo da trajetória profissional quando se tem um gestor com qualidades negativas.</p>
<p>“De todos os eventos negativos e traumáticos é possível tirar lições para viver que não ficam restritas simplesmente ao evento em si”, diz Eduardo Shinyashiki, consultor organizacional, escritor e palestrante. Confira então algumas delas:</p>
<p><strong>1 Fortalecimento da autoconfiança e resiliência<br />
</strong><br />
De acordo com Shinyashiki um chefe intimidador, por exemplo, revela uma personalidade insegura na capacidade de atingir resultado. “Ele convida o outro a se desvalorizar também”, explica. O aprendizado trazido por uma situação deste tipo vai no sentido de saber se valorizar sem depender do outro.</p>
<p>“Sobreviver” a um chefe carrasco pode fortalecer a sua autoconfiança e resiliência para fazer acontecer mesmo nas situações mais adversas, diz Fernando Jucá, sócio da Atingire. “Depois de ter passado um ano com um mau chefe, esse profissional terá certeza de que pode trabalhar com qualquer pessoa e lidar com qualquer equipe”, diz Jucá.</p>
<p>“A lição é entender o quanto eu espero que os outros me validem, o quanto eu confio na minha capacidade de atingir resultado e como eu mantenho o foco e direciono todo o meu talento, minha energia para lidar com essa pressão”, explica o especialista.</p>
<p>Além disso, quem passa por isso também vai se questionar sobre seus próprios objetivos de carreira, o que é recomendável. “É ter claro se aquilo que eu estou fazendo é o que eu desejo”, diz Shinyashiki.</p>
<p>Continue lendo <a href="http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/as-5-licoes-da-sobrevivencia-a-um-pessimo-chefe">aqui</a>.</p>
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